Ações firmes contra corrupção são cobradas pela oposição

Os tucanos querem que a presidente Dilma haja com mais determinação em relação a anunciada faxina nos órgãos públicos. Olíder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), e o deputado Vanderlei Macris (SP) pedem a realização de audiência para discutir as providências adotadas para combater as denúncias de má administração de recursos.

corrupção são cobradas pela oposição" href="http://www.qualicidade.org.br/wp-content/uploads/2011/08/acoes-firmes-contra-corrupcao-sao-cobradas-pela-oposicao.jpg" rel="lightbox[1306]">Ações firmes contra corrupção são cobradas pela oposiçãoOs tucanos querem uma solução para reduzir a corrupção que tomou conta de diversos órgãos do governo federal, como os ministérios dos Transportes, Turismo, Agricultura e Cidades.

O requerimento, apresentado à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, convida o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e a diretora-geral da Polícia Federal, Ana Paula Mantovani Siqueira, para o encontro.

“Nos últimos meses, chegaram ao conhecimento público que dão conta de graves casos de corrupção e desvios de recursos em vários órgãos públicos do governo federal”, afirmam os deputados, para quem o governo tem atuado só para controlar a crise que paralisou a gestão.

O PSDB ressalta as suspeitas envolvendo o Turismo, que possuía pouco recurso quando foi criado, em 2003, pelo ex-presidente Lula. Nasceu com orçamento de R$ 377,7 milhões, mas cresceu em tamanho e prestígio. Chegou a 2010 com uma verba de cerca de R$ 7 bilhões para administrar.

O ministério ganhou destaque com a realização no Brasil da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas em 2016. Na discussão do Orçamento da União para 2011, foi revelado que verbas de convênios firmados pela pasta para patrocinar festas e eventos eram desviadas.

Em outro episódio, o então secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa, que tem o cargo mais importante da pasta depois do ministro, foi preso pela Operação Voucher da Polícia Federal. A ação levou à cadeia 35 pessoas. Em nota, a PF afirmou que foram detectados indícios de desvio de dinheiro público em um convênio que previa a qualificação de profissionais de turismo no Amapá.

Fonte: Revista VOTO

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