Declarou a presidente Dilma Rousseff: “Meu maior objetivo é desenvolver o país e distribuir renda. O resto, faço por ossos do ofício”.
Os “ossos do ofício” a que se referiu a Presidente da República, é combater a corrupção.
Leitor, não há como desenvolver o país e distribuir renda sem estancar a oceânica roubalheira dos cofres públicos.
Aliás, se Dilma Rousseff conseguisse fazer isso – impedir o assalto ininterrupto ao erário – sobraria dinheiro para as necessidades urgentes do país.
Todo santo dia, ficamos sabendo de milhões e milhões de reais que são roubados na administração pública.
Não há punição, muito menos a recuperação o que foi roubado.
Nem o bacana pode sequer ter algemas nos pulsos porque é um deus-nos-acuda.
Outros “osso do ofício”, no enviesado raciocínio da petista, deve ser acabar com o desperdício de recursos.
Chega-se ao ponto de haver discrepâncias enormes nos preços de produtos comprados pelo mesmo governo, dependendo do ministério, por exemplo.
E por aí vai.
Agora, com uma presidente que acha que sua função é levar o país ao desenvolvimento, tendo como a parte ruim da administração combater o roubo, nem precisaria dizer: esta nação está longe do rumo certo.
O roubo, o desperdício, o empreguismo etc. são os principais fatores para a dívida interna na casa do trilhão de reais.
Gastar muito mais do que arrecada é o maior pecado de qualquer país. É por aí que o Brasil naufraga.
Só que não tenho de escrever isso como ossos do ofício. O ruim da profissão é ter de dar ar de seriedade a declarações como essa da presidente Dilma Rousseff.
Fonte: SRZD





