
O conceito mundial sobre corrupção evoluiu e hoje é muito mais amplo do que era no passado. Além dos casos de subornos, propinas, fraude e desvio de fundos por agente público, agora também inclui nepotismo, extorsão, tráfico de influência, uso de informação privilegiada para fins pessoais, venda de sentenças judiciais, obstrução da justiça, e enriquecimento ilícito com lavagem de dinheiro de corrupção.
Com isso chegou-se a um entendimento universal de que a corrupção corrói as bases das instituições públicas, distorce a legitimidade dos processos eleitorais e subverte o Estado de Direito e, por isso, ameaça as instituições democráticas, tira legitimidade do processo eleitoral, retarda o desenvolvimento econômico e contribui para a instabilidade política.
Além disso condena à morte aquelas pessoas necessitadas para os quais faltam recursos para internação, tratamentos médicos ou cirúrgicos e, ainda, empurra para a marginalidade ou para a criminalidade aqueles jovens em áreas de risco para os quais faltam recursos do Estado para educação, esportes e oportunidade de desenvolvimento pessoal.
Reconhecendo a necessidade de um instrumento global que poderá ajudar os Estados-Membros na luta contra a corrupção , a Assembléia Geral da ONU aprovou, em 29 de setembro de 2003, a UNCAC Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção - o primeiro instrumento juridicamente vinculativo anti-corrupção internacional. A Convenção fornece um caminho para a criação de uma resposta global ao problema da corrupção.
Conheça a UNCAC e junte-se à Força de Paz pela Democracia e Contra a Corrupção fazendo sua Declaração de Adesão Pessoal





