Petróleo e lucro da Petrobras se esvaem pelos ralos da República

É inacreditavel mas agora que temos o Pré-Sal a Petrobras torce pela queda no preço do petróleo, mas não se enganem, não é para fazer baixar os preços dos combustíveis e sim para obter ainda maiores lucros.

Lucros que não chegarão nunca ao engodado povo brasileiro que é tido por idiota ao ser clamado como dono da Petrobras.

Prova disso está na nova declaração de lucro recorde de 22 bilhões em apenas um semestre. Mas para o povo, nem dividendos, nem diminuição do preço dos combustíveis!!!

E não é só por aí que a Petrobras dá as costas ao povo brasileiro. Só esse ano a empresa “dos brasileiros” já contratou quase 9 mil funcionários estrangeiros, desprezando a necessidade de treinar nossos jovens para ocupar esses postos de trabalho tidos como dos melhores locais para se trabalhar no Brasil por conta de muitos benefícios, com os quais o trabalhador brasileiro médio não pode sequer sonhar, como 14º, participação nos lucros, aposentadoria integral, seguro saúde particular, e outros.

Só não enxerga quem não quer ver que a Petrobras não atende aos interesses do povo brasileiro e não vai nunca lhe distribuir dividendos dos seus lucros faraônicos e ainda vai continuar a procura de estrangeiros mais competentes para ocupar postos de trabalho com benefícios nababescos. Positivamente a Petrobras foi tomada à nação brasileira.

Então, o que podemos fazer para resgatá-la? Ou será que já poderíamos considerá-la mais um caso de patrimônio brasileiro perdido para os políticos e corruptos que comandam esse país?

Fonte Kelly Lima, Sabrina Valle e Sergio Torres / RIO – O Estado de S.Paulo

A Petrobrás anunciou ontem ter obtido no segundo trimestre deste ano um lucro de R$ 10,942 bilhões. O valor representa 31,9% de crescimento em relação ao mesmo trimestre de 2010, quando o lucro líquido foi de R$ 8,295 bilhões.

Marcos de Paula/AE–21/6/2010
Estimativa. Expectativa da Petrobrás, presidida por José Sérgio Gabrielli, é que as cotações do petróleo continuem a cair

No acumulado do primeiro semestre, o lucro, anunciado como recorde pela companhia, atingiu R$ 21,928 bilhões, o que significa 37% mais na comparação com o mesmo período de 2010 (R$ 16,021 bilhões).

A produção total de óleo e gás natural da Petrobrás somou 2,598 milhões de barris diários no segundo trimestre de 2011, um crescimento muito reduzido, de 0,4%, ao se comparar com o período similar do ano passado. Em relação ao primeiro trimestre deste ano, a queda foi de 1,1%. A considerar somente a produção nacional de óleo e gás, chega-se a 2,372 milhões de barris diários – alta de 1,3% de abril a junho deste ano em relação ao segundo trimestre de 2010.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano, o desempenho interno caiu 0,5% em razão, principalmente, segundo a Petrobrás, do declínio de campos maduros (antigos). No exterior, a produção da Petrobrás foi de 226 mil barris/dia, ante 246 mil barris do segundo trimestre de 2010 e de 242 mil barris diários do primeiro trimestre deste ano.

A Petrobrás informou que a produção no exterior foi afetada pelo desempenho no campo de Agbami (Nigéria), onde a companhia teve uma cota menor alocada e passou a pagar uma taxa adicional sobre a produção.

No acumulado do primeiro semestre, a produção total da Petrobrás cresceu 1,7% sobre 2010, passando a 2,613 milhões de barris diários. A produção interna cresceu 2,45% na mesma comparação, atingindo 2,379 milhões de barris por dia.

O campo de Lula atingiu produção diária de 36 mil barris, com a conexão de apenas um dos seis poços previstos para a plataforma instalada no local. A perspectiva é de que o pico de produção de 100 mil barris/dia, correspondente à capacidade total da unidade, seja atingido em 2012.

O nível de endividamento de curto prazo da Petrobrás passou de R$ 15,7 bilhões em 31 de dezembro de 2010 para R$ 16,7 em 30 de junho de 2011.

O endividamento de longo prazo, na mesma comparação, passou de R$ 102,2 bilhões para R$ 111,6 bilhões. Assim, o nível de endividamento total atingiu em R$ 128,3 bilhões até 30 de junho, ante R$ 117,9 bilhões ao fim do quarto trimestre do ano passado. O nível de alavancagem se manteve estável em 17% no segundo trimestre, em relação ao primeiro trimestre do ano.

O diretor financeiro da Petrobrás, Almir Barbassa, disse esperar que a queda recente no preço do barril seja uma tendência. Para ele, a estimativa é que as curvas de preços dos mercados internacional e doméstico se igualem com a queda no barril e a manutenção dos valores praticados pela estatal. Segundo Barbassa, a falta de reajuste dos principais combustíveis (gasolina e diesel) gerou o descolamento das curvas de derivados.

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