Temer reclama para Dilma pela prisão de comparsa dos Transportes

Em função de tantos escândalos de corrupção se sucedendo quase diariamente, os corruptos do PMDB ganharam agora um forte defensor na pessoa do vice Temer que passa a reclamar diretamente com a Dilma para pedir providências sempre que forem incomodados por investigações “inoportunas”

 

PMDB se rebela por prisão de ex-deputado filiado ao partido

O PMDB ensaia nova rebelião contra o governo por causa da prisão do ex-deputado Colbert Martins (PMDB-BA) na Operação Voucher.

A insatisfação é endossada pelo vice-presidente Michel Temer, que fez queixas à presidente Dilma Rousseff e ligou para o aliado no sábado, após ele deixar a cadeia.

Temer diz que não há provas do envolvimento do peemedebista em fraudes no Ministério do Turismo e que a ação da Polícia Federal causou danos à imagem da sigla.

O episódio pode ser usado como justificativa para retaliação ao Planalto no Congresso, onde o partido já reclama da baixa liberação de emendas parlamentares.

Embora o ministro Pedro Novais (Turismo) pertença ao PMDB, a legenda culpa seus dois antecessores petistas, Marta Suplicy e Luiz Barretto, pelo suposto esquema de fraudes na pasta.

A sigla diz que Colbert assumiu cargo no ministério em abril, quando a PF já investigava os desvios, e seguiu parecer técnico ao destinar verbas à ONG Ibrasi, suspeita de fraude no Amapá.

“Colbert é o maior injustiçado desta história”, diz o ex-ministro Geddel Vieira Lima (BA), ligado ao ex-deputado.

O vazamento da foto de Colbert na cadeia, sem camisa, acirrou os ânimos na sigla contra o governo e a PF. O PMDB promoverá dois atos de desagravo a ele: hoje, na Bahia, amanhã, em Brasília.

O líder na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), reunirá os deputados em protesto ao “tratamento absurdo de que Colbert foi vítima”. “Mas a insatisfação da bancada é com o tratamento político, a retenção de emendas”, diz.

O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) disse a peemedebistas que não sabia da ação contra Colbert. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), diz que as emendas voltarão a ser liberadas esta semana.

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