UM MILHÃO DE VÂNDALOS, NINGUÉM SEGURA!

Praça dos 3 Poderes 01CEM VÂNDALOS A PM CONSEGUE SEGURAR. CEM MIL VÂNDALOS O EXÉRCITO CONSEGUE SEGURAR.
UM MILHÃO DE VÂNDALOS, NINGUÉM SEGURA!

O Poder Judiciário, o Poder Legislativo e o Poder Executivo, que são as instituições democráticas constitucionalmente contratadas pela sociedade para administrar a Justiça, a Legislação e a Execução das obras e serviços públicos necessários, vagam hoje no perigoso limbo da falta de confiança quase generalizada na própria sociedade que vai se dando conta que está pagando muito caro por um serviço mau feito.

Mas nós precisamos das instituições democráticas. Sem o Legislativo, o Executivo e o Judiciário em todos os níveis da Federação, o que restaria senão caos e bagunça?
Por isso, resgatar a decência e a moral na atividade de todos os agentes públicos diante da sociedade é o caminho certo para buscarmos salvar e fortalecer as nossas instituições evitando a falência total do “Estado de Direito” que ainda mantém a ordem nas ruas.

Todavia uma moralização efetivamente convincente, todos concordam, só poderá ser gerada a partir da participação direta de muitos cidadãos e cidadãs socialmente responsáveis – e as passeatas do início do Inverno de 2013 mostraram que há milhões de brasileiros nesse rol – em duas frentes:

1º – Uma parcela significativa da sociedade precisará se mobilizar para fazer aprovar medidas legais suficientemente amplas e exemplarmente rigorosas para inibir com mais eficiência e punir com mais severidade e rapidez os comprovados casos de corrupção. Esta é a proposta do Projeto de Lei de Iniciativa Popular do Estatuto Popular Contra Corrupção PLIP – EPOCC www.epocc.org.br ;

2º – A sociedade precisará participar mais ativamente de todo da Administração Pública, marcando presença desde o momento da formulação das Leis e das políticas públicas até o acompanhamento efetivo das ações das autoridades constituídas nos três Poderes. Para isso, precisarão existir organizações suficientemente respaldadas em largo apoio popular e devidamente instrumentadas para exercer efetivo controle social sobre as Instituições. Uma organização nesses moldes já está sendo constituída em Santo André, apenas dependente da aprovação pelo Supremo Tribunal Federal da ADPF – 196.

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