Corrupção no Brasil Investigação no Ministério do Turismo

Sorocaba – A corrupção visível está cada vez maior no governo de Dilma Rousseff (PT). Depois da Casa Civil, do Ministério dos Transportes e do Ministério da Agricultura, agora é a vez do Ministério do Turismo ser investigado pela polícia.

É bom lembrar que a “faxina” de Dilma não é motivo nenhum de orgulho e sim de repúdio, pois denota que seu governo está sujo. A “faxina” também denota que o governo Lula tinha sujeira “saindo pelo ladrão”, literalmente.

Ontem, no Ministério do Turismo, a Operação Voucher da Polícia Federal prendeu 35 pessoas suspeitas de desviarem dinheiro dos eleitores.

A quadrilha é formada por servidores e integrantes da cúpula do Ministério do Turismo, além de entidades privadas. Ex-ministros como Marta Suplicy também estão sendo investigados.

Mario Moysés está entre os presos. Ligado à senadora Marta Suplicy, ele é ex-presidente da Embratur e ex-secretário executivo da pasta quando Marta foi ministra (2007-2008).

Moysés trabalhou no gabinete de Marta na Prefeitura de São Paulo e foi seu coordenador de imprensa na campanha municipal de 2008. Ontem, no Senado, Marta chegou a se refugiar no banheiro para não falar sobre o caso.

Entenda o esquema

Funcionários corruptos do Ministério do Turismo direcionavam a contratação (licitação) de empresas que fariam parte do suposto esquema de desvio.

O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), uma organização sem fins lucrativos, firmou um convênio de R$ 4,445 milhões com o Ministério do Turismo para qualificar 1,9 mil profissionais de turismo no Amapá.

O dinheiro era repassado pelo Ibrasi a empresas de fachada (empresas fantasmas), ou seja, os recursos eram pagos a empresas que não existiam. Elas constavam no papel, mas os endereços eram na verdade terrenos vazios ou outros estabelecimentos.

Além do caso da Ibrasi, a Polícia Federal identificou direcionamento de contratações a empresas que fariam parte do suposto esquema de desvio, ausência de preços de referência, não execução ou execução parcial de serviços, pagamentos antecipados, fraudes nos comprovantes de despesas e falhas na fiscalização do convênio.

Fonte: VIVAcidade

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