Em 160 municípios Polícia Federal investiga casos de corrupção

O prefeito Wilson Francelino de Oliveira (PDT) questionou o fato de a Justiça acatar o afastamento vários meses após o Ministério Público protocolar a ação. Para ele, se houvesse interesse em prejudicar as investigações, já teria feito nesse período até a decisão.

O pedetista afirmou que a determinação em afastá-lo, apesar de ser concedida pela Justiça, foi política. Isso porque, segundo o prefeito, adversários políticos dele temem que se candidate à reeleição, ideia descartada por Francelino, que está no primeiro mandato.

Segundo o prefeito, a ação do MPE foi protocolada inicialmente em Barra do Bugres, mas o titular estava de férias. A substituta, ainda de acordo com Francelino, se posicionou incapaz de julgar a ação. “Como aqui não foi julgado, o promotor levou para Tangará e a juíza de lá, em menos de 24 horas, acatou na íntegra o pedido. Eu respeito a decisão da Justiça, mas não concordo”.

Ele afirmou também que tanto a Câmara Municipal como a própria prefeitura abriram um procedimento administrativo para apurar os fatos apresentados pela Polícia Federal.

“Em nenhum momento o meu nome é citado. E, veja bem, me afastaram oito meses depois da investigação. Se fosse para eu fazer alguma coisa, não que eu quisesse, mas se fosse para fazer, já tinha feito”.

A PF começou a investigar os casos de corrupção em mais de 160 municípios, lembrou o prefeito, onde a Sulmedi tinha participação. Segundo ele, em 2009, 11 empresas diferentes participaram da licitação para a comercialização de medicamentos. (FD)

Fonte: Diário de Cuibá

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