Presidente Dilma continuará sobre o combate à corrupção

A presidente não deve extinguir as secretarias ligadas ao governo, mas pode fundir ministérios como Turismo e Desenvolvimento ou Trabalho e Previdência Social.

O primeiro ano do governo Dilma foi bem movimentado. A presidente decidiu fazer uma faxina nos ministério e não tolerou denúncias de corrupção. O cenário político de 2012 ainda é bem nebuloso. Além das costuras de alianças para as eleições municipais, a reforma ministerial agita os bastidores de Brasília. A presidente disse que não vai diminuir o número de pastas, mas vai continuar sendo dura no combate à corrupção. Segundo a comentarista de política da Globo News Cristiano Lôbo, a partir de janeiro, o ministro da Educação vai deixar o cargo para concorrer à prefeitura de São Paulo, o que pode gerar uma disputa pela pasta. “O ministério é muito disputado, mas tudo indica Dilma vai mantê-lo sob o comando do PT.

O nome mais cotado para substituir o atual ministro Fernando Haddad é o do ex-senador Aloizio Mercadante, da Ciência e Tecnologia. Na última semana, a presidente disse que não haverá uma mudança administrativa forte, ou seja, não deve extinguir as secretarias ligadas ao governo. Mas, ainda assim, pode fundir alguns ministérios, como Turismo e Desenvolvimento, ou Trabalho e Previdência Social. Ao mesmo tempo em que ela precisa pensar em como enxugar a máquina, ela tem que pensar na situação dos partidos, que não vão querer perder essa influência”, explica.

Cristiana afirma que a questão do Judiciário é curiosa, porque ele atuou em diversas questões ligadas à sociedade, mas teve que intercalar assuntos polêmicos e assuntos que geram uma aprovação maior para o poder: “Não podemos esquecer que ele aprovou a união homoafetiva em 2011, uma questão que falou diretamente com a sociedade”, explica. A comentarista citou também a questão da faixa etária, que gerou uma polêmica na sociedade. A questão do CNJ, que ficou para o ano que vem, é uma coisa que vai gerar uma pressão da sociedade: “O Judiciário marcou pontos positivos, mas pecou em alguns momentos ao não olhar para a pressão da opinião pública”, afirmou.

Fonte: Faxaju

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